E VIVA O NATAL!
Nos versos de um bolero ou de uma valsa
O coração mergulha no passado,
Enquanto a fantasia, o sonho encalça,
Afasta-me do encanto desejado.
Outrora, o meu Natal, doce regalo,
Trazia uma esperança de união,
Celebração de paz, Missa do Galo,
E o sino pequenino na canção.
O tempo muda tudo e, de repente,
Eu vejo um velho gordo, chaminés.
Aonde houve um menino, só presente.
E o riso satisfeito de quem vende,
Olhando sorrateiro e de viés
A mágica ironia de um duende...
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